Garotas com TPM!

Garotas com TPM!
Porque somos garotas!
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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Everything is gonna be alright...


O que mais eu poderia dizer? Perder o emprego e passar 3 anos desempregada, talvez ver um casamento ir por água abaixo, ou nem mesmo saber se havia um casamento. Não ter perspectivas, ou ter seu carro-relíquia de 1975 arrebentado por um imprudente e irresponsável qualquer. Estar sobrecarregado, ou desocupado demais. Ver sua empresa ou seu trabalho falir. Ver sua chance ir embora. Seu mundo desabar. Tentar, tentar, sempre tentar e nunca conseguir, a vida segue dizendo "nãos" intermináveis.
O que mais eu poderia dizer? Abandonar a profissão, a casa, o marido. Abandonar seus sonhos, seus ideais. Abandonar a vida e vê-la passar incólume diante de seus olhos. Ver fechar diante de si todas as portas, e não. Não há janelas abertas em toda a volta. Abandonar e abandonar-se...
O que mais eu poderia dizer?
Eu poderia recomeçar. Mudar de profissão e fazer outra faculdade. Reencontrar o amor e namorar velhas paixões. Cavar buracos, túneis, quebrar muros e derrubar tijolos onde não existem portas e janelas. Respiradouros. Reformar o carro, pagar pra ver. Reconstruir, crescer. O que mais eu poderia dizer? Apenas viva e deixe viver...
EVERYTHING IS GONNA BE ALRIGHT, I SWEAR...

sábado, 28 de agosto de 2010

Conto de Fadas para mulheres do século XXI.



Era uma vez, numa terra muito distante, uma linda princesa independente e cheia de auto-estima que, enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as conformidades ecológicas, se deparou com uma rã.

Então, a rã pulou para o seu colo e disse:
-Linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Mas uma bruxa má lançou-me um encanto e eu me transformei nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me
transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir um
lar feliz no teu lindo castelo. A minha mãe poderia vir morar conosco e tu
poderias preparar o meu jantar, lavarias as minhas roupas, criarias os
nossos filhos e viveríamos felizes para sempre...

E então, naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à sautée,
acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho
branco, a princesa sorria e pensava:
-Nem fo...den...do!

(Luís Fernando Veríssimo)

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Conquistando novos adeptos!


A minha luta pelos animais e pelo consumo de produtos cruelty-free vai ganhando adeptos. Recentemente, estive em um encontro espírita na cidade em que moro (Curitólia, Curita-Bonita, Capital do Rock ou Curitiba, como queira). Após a palestra houve um happy hour com quitutes gostosos (sem carne) e bom papo. Eis que, na minha tentativa de chegar até a mesa das bebidas, acabei puxando conversa com um rapaz que também estava tentando alcançar o mesmo objetivo que eu (tomar um copo de coca). Ele comentou que é vegetariano, mas que não sabia a diferença entre vegetariano e vegano. Papo vai, papo vem, conseguimos chegar a mesa pra conseguir um golinho de refri. E o papo entrou na crueldade dos testes em animais. Ele se mostrou aberto e preocupado com a questão, e eu aproveitei pra arrebanhar mais um ativista pra nossa luta! Claro, recomendei o site da PEA pra que ele se informasse melhor e a conversa não acabasse por ali mesmo. Fico sempre feliz quando consigo, de verdade, sensibilizar alguém pela causa! Claro, ali foi mais fácil, pois o rapaz (super gente-boa, que não lembro o nome.. hehehe) já era vegetariano, preocupado com a causa animal. Mas já consegui até o apoio da minha família (que não é vegetariana) e isso é uma conquista e tanto! Espero conseguir o meu maior desafio: conquistar meu maridão pra causa cruelty-free também. Se bem que, aqui em casa, ele acaba comprando somente as marcas que eu peço, afinal, nas palavras dele mesmo, haja escândalo se ele chegar em casa com uma marca de torturador debaixo do braço...

sábado, 19 de junho de 2010

Aos meus amigos...


Tudo o que eu sou, devo a eles: meus amigos. Amizade é coisa séria, pelo menos pra mim. Mas também é coisa engraçada. É um riso descontrolado de alguma "piada interna" que só a gente entende. É o choro compartilhado pela perda, pela mágoa de alguém. É o ombro no momento certo, com a palavra certa, e o chopp no lugar certo. É bangear junto, sem se importar com o cabelo da amiga batendo em você. É concordar que AC/DC é a melhor banda do mundo, e discordar da originalidade da Lady Gaga em tempos mais modernos. É lembrar da infância e ter coisas em comum. É não ter nada em comum. É ter TUDO em comum. É pedir ajuda, ou ajudar. É atrapalhar e dar risada. É ter muuuitas presepadas pra contar. E histórias, milhões de histórias juntos. Enfim. Esse post é pra vocês, e eu tenho certeza de que não preciso citar seus nomes, simplesmente porque vocês sabem quem são.
Amo vocês, de todo meu coração.

sábado, 12 de junho de 2010

Esse post é...


...uma declaração de amor pra quem está longe, mas apesar disso, está sempre muito próximo de mim. Está, na verdade, dentro. E sempre, sempre, entre distâncias, inquietudes, palavras, gestos, gritos, sussurros, risadas. Sempre você! Você... e eu!
Te amo!

PS: Feliz Dia dos Namorados!

quarta-feira, 14 de abril de 2010

O tal do relógio...


Tic-tac, tic-tac, tic-tac... Até que desperta e faz TRRRIIIIIMMMMMM!! Não, não é você levantando da cama as 6:30 hs (ou as 5:30, no meu caso) e indo pro trampo. É o seu relógio biológico te despertando pra proximidade dos 30! E pasmem: isso não é tão ruim assim! To rosa-chiclete pela maneira natural com que eu venho encarando essa realidade, gente! To até gostando da idéia de virar pra casa dos 30, com esse meu rostinho de adolescente (oi?). Com um pequeno, mas intrigante, porém: Porque, né? o relógio biológico não perdoa: ele te lembra a cada tic e a cada tac que você, apesar de linda e jovial, com uma pele de pêssego e bumbum durinho, ainda não teve filhos... Ah, meu, pára com isso! Você é super antenada, se liga em moda e em literatura, curte um rock n roll e ouve um Abba sem preconceito, sabe se maquiar e se vestir respeitando seu biotipo, entende de política e apoia causas sociais e ambientais, e discute todos esses assuntos confortavelmente sentada numa mesa de bar, com um caneco de chopp na mão, trabalha fora, tem uma carreira de sucesso, ganha sua própria grana, não acredita em casamento, e sim numa "relação aberta"... Serio, me conta: você tá pensando em ter filhos?
Não, gente, eu não to pensando... Eu to SONHANDO com isso! De uma forma que eu jamais imaginei que fosse sonhar! Tipo, querendo mesmo, fazendo planos, escolhendo nomes, vendo sites de roupinhas na internet! Será que ser mãe é mesmo bom? Será que é isso mesmo que eu quero pra minha vida? Ou será que é apenas uma fase que vai passar? De uma coisa eu tenho certeza, eu não seria uma mãe nada convencional! Pensa numa mãe tatuada, com as orelhas alargadas, que nina a criança com Ride On do AC/DC, e veste o bebê com macacãozinho de caveira e camisetinhas de banda. Se fosse minha mãe eu ia curtir!
Enfim... A única explicação que me vem a mente é essa: a culpa é toda do relógio biológico! Esse danado que não pára nunca! Alguém me mostra onde ficam as baterias dessa coisa?

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Essa coisa meio "iô-iô"!


Todo mundo conhece alguma historia de casais que mais se parecem com iô-iô: vai e volta, vai e volta, milhões de vezes. Eu conheço um casal assim, bem de perto diga-se de passagem. Já "foram e voltaram" umas 3 vezes, mas não conseguem se largar de vez. Chega num ponto em que ninguém mais acredita quando um deles diz: "terminamos"!
Meus caros, pensem comigo (dois pontos, parágrafo, travessão, letra maiúscula): você tem aquele cara na sua vida. Não, aquele, não: "AQUELE"! Te ama e faz tudo por você, até te sustenta quando necessário, sexualmente é imbatível (e olha que você é uma mulher experiente), aguenta suas TPMs, seu mau humor matinal, suas reclamações, suas manias estranhas e seus pais. Não é mesmo o caso de se pensar numa volta? Eu pensaria...
Complicado, né? Simples é só quando é com os outros... Difícil é ignorar toda uma história, anos juntos, planos, sentimentos, vidas compartilhadas. Bom quando é problema alheio, não seu. Aliás, ÓTEMO! Garanto que se eu fosse essa amiga minha, já tinha solucionado isso há muito tempo... GA-RAN-TO!